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VII Concurso de Vozes do Porto Moniz

Postado por Portomonizense On 9:29 PM 0 comentários

13 JUNHO - SANTA

PRÉMIOS:

1º ..... 300 Euros

2º ..... 250 Euros

3º ..... 150 Euros

Restantes participantes ..... 50 Euros


A data limite das inscrições será dia 22-05-2009, na Câmara Municipal e pelo E-mail: vozespmoniz@gmail.com Até ao dia 24-05-2009


Os concorrentes terão de ser naturais ou residentes do concelho do Porto Moniz
Para Mais informações contactar: Câmara Municipal 291850180, ou Prof. Luis Salvador: 968415054
http://www.portomoniz.pt/
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Estrada, no Porto Moniz, prometida há 20 anos

Postado por Portomonizense On 5:09 PM 4 comentários
As famílias que vivem no síito do Ribeirinho, no Porto Moniz, continuam à espera da conclusão da estrada de ligação à sede do concelho. Foram construídos 300 metros, mas os últimos 100, que deveriam servir cerca de uma dezena de casas onde residem idosos, continuam por concluir.

Amaro Farinha, do Bloco de Esquerda, considera que esta é apenas uma "teimosia" da Câmara Municipal do Porto Moniz. "Se o vereador fosse daqui, isto já estava construído", garante.

Há 20 anos que estrada está prometida e nem o argumento de que há proprietários de terrenos que nãos os cedem para a construção convence o BE. "Há outras pessoas que disponibilizam os terrenos", garante.

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Lobo Marinho no Porto Moniz

Postado por Portomonizense On 7:11 PM 0 comentários



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O Clube de Campismo da Madeira realiza, no próximo sábado (dia 9) mais uma caminhada inserida no plano de actividades para o ano em curso. Pela frente os participantes terão o seguinte percurso: Santa do Porto Moniz, Miradouro dos Pombais, Ribeira do Tristão, Calhau das Achadas, Achada da Arruda e Achadas da Cruz, num trajecto a ser efectuado em aproximadamente seis horas. O local de partida será junto ao Palácio da Justiça, na Rua 5 de Outubro, no Funchal, pelas 8h15. Os interessados podem contactar o Clube de Campismo da Madeira, à Rua da Queimada de Baixo, n.º 32, até às 18h00 de sexta-feira, ou pelos telefones 291228916, 963356392 ou 964022894.

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Unidade de enoturismo nasce no Porto Moniz

Postado por Portomonizense On 10:44 PM 1 comentários
O Porto Moniz vai ter uma unidade de enoturismo. Trata-se de uma iniciativa dos empresários Tito Brasão e António Oliveira, que tem em vista a diversificação da oferta turística madeirense, através do enoturismo, a criação de um ponto comercial de forma a escoar o vinho produzido, bem como a divulgação e promoção daquele concelho predominantemente agrícola.A adega do Porto Moniz ficará situada na Santa, próximo do Parque Empresarial e deverá custar aproximadamente 1,4 milhões de euros, com comparticipação de fundos europeus. O projecto está neste momento a ser elaborado, devendo as obras ir para o terreno no próximo ano e ficar concluídas em finais de 2010/inícios de 2011.

Tendo em conta que a componente do enoturismo representa hoje um grande peso no negócio do vinho, que o surgimento de novas estruturas de vinificação traduz uma enorme evolução nesta área e que este projecto terá uma importância fulcral em termos de ajuda à vinicultura do concelho e à própria promoção do Porto Moniz, o mesmo não podia ser mais bem visto pela autarquia. Neste sentido, e atendendo também ao pedido de apoio feito por parte dos investidores, a Câmara Municipal do Porto Moniz, após proposta do presidente, Gabriel Farinha, deliberou, ontem, por unanimidade, oferecer o projecto de arquitectura e projectos de especialidade da adega.


Em declarações ao JORNAL da MADEIRA, Tito Brasão, um dos proprietários da futura adega, adiantou que «a nossa ideia é criar uma unidade complementar que viesse trazer um pouco da história do produto que se irá comercializar e desenvolver também uma vertente que na Madeira infelizmente só as casas de vinho Madeira têm feito um pouco, que é o enoturismo». Assim sendo, além da produção e comercialização dos vinhos de mesa, esta infra-estrutura estará vocacionada para ser um ponto de recepção de turistas e enófilos (nacionais ou estrangeiros), onde estes possam visitar as vinhas e assistir à colheita das mesmas e ao processo de feitura do vinho de mesa do princípio até ao fim, bem como provar estes néctares. «Quando compramos uma garrafa de vinho, há muitos dias de história que não podem ser contados, pelo que numa unidade de enoturismo nós tentamos dar a quem está a provar os vinhos que comercializamos essa possibilidade de conhecerem a história», acrescentou Tito Brasão, acentuando o facto de esta iniciativa possibilitar igualmente a criação de mais postos de trabalho.De referir também que a adega do Porto Moniz não tem como objectivo fazer concorrência à de São Vicente, mas antes ser uma oferta complementar a esta.Sublinhe-se ainda que os referidos vitivinicultores têm actualmente 154 mil metros quadrados de vinha plantada, a maioria no Porto Moniz, e que, nos próximos dois anos, pretendem atingir os 200 mil metros quadrados.

Fonte: Jornal da Madeira

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Festa de S.S.S e Santa Maria Madalena

Postado por Portomonizense On 12:49 PM 2 comentários
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Jovens detidos por posse de Liamba

Postado por Portomonizense On 1:57 AM 1 comentários
No dia 25 de Julho, no Porto Moniz, pelas 23:15 horas, a Esquadra local deteve dois jovens, com a mesma idade (18 anos), após terem sido apanhados na posse de 25 doses de liamba. Uma quantidade que é tida como própria de tráfico e não propriamente para consumo. Foram presentes a Tribunal.

Apesar da identidade dos jovens ser do conhecimento público, aqui neste blog serão preservadas as identidades dos mesmos.

Conclusão: Existe um velho ditado que diz: Queres peixe? Ensina a Pescar. Ou seja a culpa aqui não é dos dois jovens, mas sim de quem lhes vendeu a dita Liamba!
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Gabriel Farinha Responde

Postado por Portomonizense On 7:08 PM 3 comentários
A sensivelmente um ano do fim do mandato, Gabriel Farinha está disponível para continuar na presidência da Câmara. «Isso depende da Comissão Política Regional do PSD e da população. Se ambos quiserem, não vejo razões para dizer que não», sustenta.


Gabriel Farinha aponta algumas das obras mais importantes para o concelho. Uma delas é o lar e centro de dia dos Lamaceiros, cuja construção deverá ser concluída em finais de Agosto/ princípios de Setembro. O lar terá uma ala para doentes de Alzheimer, algo único na Madeira e que representa «uma mais-valia social enorme para o concelho».


A recuperação do espaço onde se realiza a Feira Agro-pecuária arranca em 2010 e deverá ser concluída ainda neste mandato do Governo. Além da reestruturação do espaço da feira, será criado um centro de demonstração agrícola, uma lagoa (que irá garantir o abastecimento de água de rega), zonas de lazer, um circuito de manutenção, bem como um centro de divulgação do património natural do concelho e da Região, designadamente a Laurisilva, as levadas e as veredas.


A criação de centralidades nas diversas freguesias é outra das apostas. Em curso está o arranjo urbanístico da Vila do Porto Moniz e serão iniciados os arranjos urbanísticos das freguesias da Santa e da Ribeira da Janela.


No Seixal vai ser iniciado o Caminho Agrícola do Estaleiro-Lombinho, que permitirá alargar a área habitacional. Para além de outros investimentos nas diferentes áreas, a vertente social é uma prioridade, sendo que a autarquia apoia os estudantes universitários com 100 euros mensais e duas viagens de ida e volta para o continente, oferece os livros escolares aos alunos do ensino básico e apoia as pessoas mais carenciadas na recuperação das suas casas.
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Lei trava investimentos no Porto Moniz

Postado por Portomonizense On 3:26 PM 0 comentários
O autarca do Porto Moniz considera que a Lei do Domínio Público Marítimo é muito rígida e entende que a mesma devia ser alterada, no sentido de ser tida em conta a especificidade orográfica da Região. Gabriel Farinha afirma que a lei é
limitadora de alguns investimentos no concelho, junto ao litoral, e a prova disso é que existem duas obras embargadas à conta desta legislação.


O presidente da Câmara Municipal do Porto Moniz afirma que a Lei do Domínio Público Marítimo «é uma aberração» no que diz respeito à Madeira e que a mesma está a limitar o surgimento de alguns investimentos e o desenvolvimento de determinadas zonas do concelho.Em declarações ao JORNAL da MADEIRA, numa altura em que se assinala mais um Dia do Concelho, Gabriel Farinha sublinha que «com as arribas que temos não faz sentido aquela lei da orla marítima, que inviabiliza muitas unidades hoteleiras e habitações». Para o autarca, a lei, tal como está, apenas faz sentido em zonas planas, como no continente, e não em zonas com arribas muito acentuadas «como é o nosso caso aqui». No seu entender, a legislação é muito rígida e deveria ser alterada, no sentido de serem tidas em conta as especificidades orográficas da Região e de outras ilhas com características semelhantes. «Isso não pode ser chapa sete», disse, exemplificando que «se temos uma arriba com 50 metros de altura, a orla marítima é onde o mar vem junto à rocha e não lá em cima». Esta é, aliás, uma preocupação que os autarcas da Região transmitiram ao Presidente da República, aquando da sua visita à Madeira. «Nós fizemos ver essa questão, porque pensamos que deveria haver uma atenção muito específica no caso da Madeira, que tem arribas muito altas», referiu.Questionado sobre se sente que o investimento tem sido travado à custa desta lei, Gabriel Farinha adiantou que há duas obras embargadas por esta razão, designadamente uma habitação unifamiliar, no Seixal, e um complexo com apartamentos e zona comercial, na Vila do Porto Moniz. «Não faz sentido nenhum, mas evocam a orla marítima e a distância ao mar», critica. Por outro lado, além destas obras que estão paradas, diz que há outras zonas onde haveria a possibilidade de surgirem novos projectos, os quais poderão não se concretizar por via das restrições impostas pela lei. «É mais junto ao litoral, entre o Seixal e o Porto Moniz, onde existem terrenos com capacidade construtiva, que isto se faz sentir acentuadamente». Aliás, diz mesmo que há uma pessoa do continente que está a estudar a possibilidade de investir no Seixal, mas que tem de ponderar muito bem, atendendo a que «a lei limita um pouco o desenvolvimento nessa matéria».




Há abusos no que respeita às acções populares




Para além da Lei do Domínio Público Marítimo, Gabriel Farinha aponta o dedo a outro factor que considera ser limitativo ao investimento, designadamente as acções populares, área onde considera que há abusos. No seu entender, esta lei é muito permissiva, a ponto de ser fácil a qualquer indivíduo fazer parar um investimento, havendo mesmo recurso a chantagens. O autarca do Porto Moniz diz que até concorda que haja acções populares, mas defende que, nos casos em que se prove que não há culpa por parte do investidor ou da entidade que licencie a obra, haja uma penalização para quem faz a denúncia. «Penso que a lei deve ser revista e deve responsabilizar quem cria estes prejuízos», sustentou.




Lei de Finanças Locais deve ser revista




Por outro lado, o nosso interlocutor é apologista de que a Lei de Finanças Locais deve ser revista, uma vez que «numas coisas é um abuso» e «uma intromissão na gestão financeira das autarquias».Nesta matéria, Gabriel Farinha acusa o primeiro-ministro de «fazer o que quer» e de «cumprimentar com chapéu alheio». «Ele [Sócrates] vai à televisão, diz que vai baixar o IMI, mas o IMI é receita municipal. Porque é que ele não baixa o IRS e o IRC? Porque é que vai cumprimentar com o chapéu alheio? Porque é que as câmaras, que já estão limitadas pela Lei de Finanças Locais, não podem ter endividamento, e ainda nos retiram as receitas?», questionou, acrescentando que «isto é de uma violência atroz». O edil critica ainda que as autarquias sejam apontadas como despesistas, quando «o Estado se endivida como quer e entende e nada lhe acontece». «As Câmaras não podem ser os bodes expiatórios do défice orçamental», rematou.

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